Crónica: "Queres Casar Comigo Todos os dias, Bárbara?"





O fim das minhas férias resume-se um pouco ao fim de leitura da literatura Lusófona de Pedro Chagas Freitas "Queres Casar Comigo Todos os dias, Bárbara?", na qual já lia há mais de 2 meses. Posso dizer que finalmente terminei. Normalmente, não demoro tanto tempo num livro. Posso dizer, que em comparação ao "Prometo Falhar", gostei mais deste. Retirei alguns excertos, na qual peço-vos a atenção, e espero que quem já tenha lido, concorde comigo na seleção...

"A Felicidade é o excesso na medida certa."

"Metade da Felicidade consiste em conhecermos os nossos limites. E a outra metade consiste em desrespeitá-los."

"Às vezes um inofensivo nariz entupido muda uma vida, 
quase sempre, se calhar, 
ou um ridícula dor no dedo mindinho, sei lá, 
às vezes a perversidade da vida é mínima e ainda assim devasta, 
tudo porque a infelicidade é um pretexto, só isso, 
o suicídio é afinal apenas um homem sem argumentos, 
ou com argumentos a mais, quem sabe? "

"Como pode falar em literatura quem nunca leu uma linha que fosse dos teus olhos?"

"Festa a dois no palco de uma cama. Fios de champanhe nas veias sem força. Experiências de alma entre corpos como mensageiros. Por cima, por baixo, de lado, em pé. E a certeza dev que em todas as posições não consigo deixar de estar de joelhos."


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